quarta-feira, 17 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Uma passagem amor
Pardal na torre
terça-feira, 2 de junho de 2009
Pele e pólvora
"Do cheiro nasceu o desejo." Meu próximo Doc.
domingo, 31 de maio de 2009
Exposição On Line
Convergência de mídia é poder integrar várias formas de arte em um único equipamento. A exposição de fotos que virou áudio-visual com narração explicativa do trabalho realizado.
T*rans na estrada
T*rans - Abertura
Está é a abertura do doc T*rans. Ela foi feita toda em preto e branco, utilizando imagens captadas em uma MiniDV. O modo utilizado foi o poético - possibilitando uma estética atraente e que sintetisasse a idéia original do filme. As locações foram pontos em que as trans vivem como a Av. Sete, Praça da Piedade, Rua Chile, Carlos Gomes, orla da Pituba. Ruas escuras, esquinas e igrejas fazem parte da concepção artística. A carro que passeia pela cidade nos remete a busca - alguém que segue sem rumo, sem objetivo ou alguém a procura de uma travesti. É o olhar da sociedade que conduz aquele carro. O túnel serve como elemento de interseção entre a realidade da noite, da busca por algo, por alguém e a realidade das trans. A música é uma composição do maestro Zeca Freitas. A interpretação é da cantora baiana Lia Chaves. A música se chama Ella.
O contorno da Santa
A sombra da santa
Hotel Pálace
Poesia do tempo
Hotel São Bento
Nostálgia e solidão
Igreja ao fundo
quinta-feira, 26 de março de 2009
Grande sacada da Folha
coleção ainda tem títulos inesquecíveis como CasaBlanca, Cantando na Chuva, Gata em Teto de Zinco Quente, Pacto Sinistro, Dr Jivago, Gigi, À meia luz, e muito outros. Na dúvida não vá
quinta-feira, 19 de março de 2009
Milk é um sopro
segunda-feira, 9 de março de 2009
Beije-me
Oito Oscar. Uma fotografia pertubadora. Uma direção acertada e realizada com cuidado. Ela tem começo meio e fim. Nada passa despercebido aos olhos de Danny Boyle, que com maestria conduz os inúmeros personagens. O filme comove também por ter um roteiro recheado de elementos que o cinema tanto adora. Pobreza, miséria, sonhos, exploração, violência e claro, amor.
O diferencial de Quem Quer Ser um Milionário talvez esteja na ótima interpretação de todos os atores. Dos mirins aos mais velhos. Outro destaque é que o filme mostra uma Índia devastada pela pobreza e descontrole populacional. Em muitos momentos nos lembra cenas de nosso bem amado Brasil com suas infinitas favelas cobertas de papelão. Mas independente de todos esses elementos, o filme é contagiante e desafiador.
Uma produção americana, filmada numa ìndia de contrastes, com todos os atores desconhecidos ou quase e com um roteiro de encher os olhos. O filme empolga como em um jogo. A cada partida ou cena que passa, o público se enche de fôlego e não mexe da poltrona um único instante. Há no ar um sentimento de torcida para que o pobre menino, cheio de pesadelos que sonha com o seu amor se torne um ganhador. Tudo na verdade estava escrito, selado com um doce e esperado beijo para anunciar o final.
O diretor só errou em uma coisa. O nome do filme no original em inglês se chama "Slumdog Millionaire", o que quer dizer algo do tipo, Vira-lata Milionário. O que causaou revolta em muitos Índianos. sic...
quinta-feira, 5 de março de 2009
Companhia Musicada
Gosto de filmes musicados. Quando falo musicados quero dizer sublinhados em sua maioria por um fundo musical que eleva a trama, dando o ar muitas vezes de tristeza, solidão, descompasso, tempo que passa. Não se trata da trilha sonora tão conhecida em que o som sobe e toma toda a tela. Me refiro a um estilo todo pessoal de marcar um filme. Que me atrai pelo simples fato de que ele conduz a trama e faz com que o público sinta-se embalado pela melodia. Não é fácil inserir esse tipo de estratégia nos filmes. É necessário uma trama que case perfeitamente com a canção escolhida e que uma não sobreponha a outra. É preciso talento para fazer isso.
Filmes que não se Trocam - Parte I
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Lista dos Indicados e premiados
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Livro T*rans
Arte T*rans
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Yansã saudou, olhou e parece que gostou
Yansã saudou o tempo e com muitos ventos afastou as nuvéns sobre nossas cabeças. Rainha dos raios guardou sua força para clarear os caminhos percorridos ao encontro de cada dinvidade. E o tempo se fez necessário preservando a doçura que há nas palavras, em cada suspiro uma inspiração fluia sem lamento, sem desolação, sem recusas. Das bocas vermelhas o som que se faz ouvir é o da verdade. Nossa querida Santa Bárbara, oyá, iansã olhou por todos nós.
Tudo isso para agradecer as energias emanadas do desconhecido em benefício de um e de todos. O documentário T*rans - entre o primeiro batom, a troca de roupa e a cara na rua, foi segundo todos que lá estiveram, um sucesso. Poder ouvir de pesquisadores, doutores, coordenadores e professores as palavras que ouvi foi e é muito gratificante. Enquanto jornalista e cidadão, desejo sempre, estar atento ao que me cerca e sempre que puder, usar de toda a minha vontade para fazer valer as mudanças necessárias.
Do fundo das minhas emoções agradeço a todos os meus colegas que pacientemente e num voto de companheirismo estiveram presentes. Obrigado pelos abraços e palavras. Que esse doc sirva de incentivo a todos vocês na vida. Aos professores muitos beijos de agradecimento por estarem lá, junto comigo nessa prova de teste. Mas eu precisava passar pelo olhar crítico de vocês. E saber que fui aprovado dentro de critérios tão exigentes me deixa mais convencido do que já sou. Enfim... valeu mesmo a força e o apoio. Os primeiros passos do T*rans... já foi dado.
sábado, 22 de novembro de 2008
Doc TRANS - Entre o primeiro batom, a troca de roupa e a cara na rua.
O Beijo do Hotel de Ville
Vale a pena rever este memorável beijo e saber o pouco mais sobre a história dessa fotografia.
Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão.Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que tratava-se de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento.55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
O Calar
O Caos de Cau
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Revista Piauí - Para quem quer ir além
Conversas com Woody Allen
por João Gabriel Lima
Summertime
Janis Joplin dispensa apresentações. E essa canção merece apenas ser sentida com a força da interpretação de Janis.
Joy Division
Joy Division foi mais uma banda inglesa que se destacou por dois motivos. O excelente som que fazia e pela pessoa enigmática e confusa e transtornada e talentosa que foi Yan Curtis, vocalista e meio que um ser oriundo de outro planeta. Yan era overdose pura no palco. Na vida pessoal era atormentado pela sua própria existência. Morreu aos 24 anos enforcando-se na cozinha de sua casa. Deixou seu legado musical e sua marca para os amantes da era Joy Division.
No mercado extistem dois filmes sobre a banda. Um se chama Joy Division que é um documentáro e o outro é um filme sobre a vida de yan que se chama, No Control. Assistam os dois e escutem o som.
Hot Chip
Uma banda ímpar. Hot Chip se destaca para mim pela forma íntima que seu som consegue me chamar a atenção. As batidas, a mistura de sons que se fundem e formam o que ouvimos. O Hot Chip só podia ser inglês, e com a influência do característico ruido londrino, onde dance-punk e eletropop se combinam e forma essa excelente banda. Escutem e saiam dançando.
Christina Aguilera - Hurt
Esse clip é uma verdadeira obra bem produzida e carregada de emoção. As imagens são lindas e a música é um lamento que vale a pena escutar. A letra é carregada de emoção e fala da saudade e do arrependimento. De coisas que deveriamos fazer e dizer e muitas vezes esquecemos e quando percebemos já é tarde demais. Mas a canção e o roteiro vale algumas lágrimas.
Emy - Valerie Live
Continuação do estúdio. Percebam a naturalidade dela cantando. Seus gestos e expressões. Ela canta como se estivesse se espregiçando. Um pássaro...
Amy
Emy em estúdio. Uma gravação super informal. Nessas imagens percebemos o quanto ela é uma artista pronta que apesar de todos os desgastes a sua voz é impecável. E o talento indiscutível.
sábado, 8 de setembro de 2007
Eis Que Ele Traça o Caminho Depois Recolhe



As fotos do pôr do sol e da fenda, com a garota na grama, foi tirada de dentro de uma das brigadas de proteção do forte, onde ficavam os guardas. A diferença se resume, no momento em que a foto foi tirada. A primeira, com o sol ainda forte, iluminando o mar e a relva e a última com ele se pondo - recolhendo os seus raios de luz.
A foto do pescador foi tirada no boêmio bairro do Rio Vermelho. Reduto dos pescadoes e devotos de Yemanjá.
Companheiros de Guerra


O Forte Santo Antônio da Barra, mas conhecido como Farol da Barra. É um dos pontos turísticos mais visitados e conhecidos de Salvador. Vale uma visita para contemplar a paisagem e conhecer um pouco da sua história. Essas fotos seguem o mesmo processo de saturação e exploração das cores, sem perder a expressão da foto original.















