sábado, 22 de novembro de 2008

Doc TRANS - Entre o primeiro batom, a troca de roupa e a cara na rua.

Caros amigos,
Meu primeiro documentário ficou pronto. Ufá! Foi um desejo antigo que se tornou realidade. Foram meses de pesquisa e contatos e conversas com as travestis, transexuais e tragêneros para poder colher um materail que não fugisse ao meu objetivo principal. Retratar um pouco do universo das Trans sem cair no clichê, sem ser evasivo, sem me derrubar por meus próprios preconceitos.
Desejava retratar o lado humano das travestis, a intimidade delas, o que pensam, o que sentem. Tarefa difícil e árdua. Como retratar algo tão subjetivo como os sentimentos de pessoas tão marginalizadas socialmente? Sem fazer julgamentos. Acho que consegui. Elas estão como são... verdadeiras, intensas e infinitamente corajosas.
Agradeço a cada uma pela disponibilidade e sinceridade como retrataram suas vidas. Sem vergonha ou amargura ou ressentimentos pelo que passam todos os dias. A travesti da foto se chama Viviane. Uma mulher forte e que mesmo passando por situações tão lamentáveis a que um ser humano é capáz de fazer outra pessoa passar, não perdeu a leveza, a ternura, o sorriso e a esperança de se deparar nas ruas com pessoas e um mundo melhor.
Em breve vocês irão assistir e tirar suas próprias conclusões. Até o próximo encontro.

O Beijo do Hotel de Ville

Vale a pena rever este memorável beijo e saber o pouco mais sobre a história dessa fotografia. Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão.Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que tratava-se de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento.55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

O Calar

Expressem-se nem que seja gritando
As vezes me mandam calar. Sem prerrogativas me mandam silenciar. Tentam sufocar o calor das minhas palavras. Muitas vezes infames? Desagradáveis? Fortes? Muitas vezes necessárias. As vezes é duro falar e saber ser observado de canto de olho. Falo para não me deixar intimidar frente a falência dos ridículos, que acham estar fazendo jornalismo. Falo para que estes, que são focas boiando agora, não permaneçam a deriva por muito tempo, em busca de uma nota sequer que lhes aqueça o cerebo errustido pela falta de palavras.

O Caos de Cau

Talento não se compra ou se arruma em qualquer esquina. Talento é cor de pele que não se transforma. É consciência que não se intimida. É ter sensibilidade e sacação em meio ao caos. Cau Gomez é tudo isso e muito mais. Seus riscos são arte na essência mais pura e prostituida da palavra. Ela nos devora por completo e nos faz refletir, rir, chorar e pensar... Como é bacana saber que existem artistas assim. Parabéns Cau.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Cagada farta

Revista Piauí - Para quem quer ir além

Revista Piauííííííííí.
Se quiser virar as páginas da sua ignorância e preguiça. Leia e se toque de que existe coisas que estão além. Veja, Isto É... se você conseguir perceber em que Época você está.

Conversas com Woody Allen

por João Gabriel Lima
Mergulho na Mente do Artista O livro ''Conversas com Woody Allen'' narra o percurso fascinante de um artista em busca de seu estilo - que tem no filme ''Vicky Cristina Barcelona'' um de seus grandes momentos.
— Vamos para Oviedo. Lá, comeremos pratos deliciosos, beberemos bons vinhos e faremos amor.— Quem vai fazer amor?— Se tudo der certo, nós três.
O diálogo acima acende o rastilho de Vicky Cristina Barcelona, a nova — e desconcertante — explosão do talento de Woody Allen. A cena, uma das primeiras do filme, é ambientada num restaurante em Barcelona. O pintor espanhol Juan Antonio se levanta de um jantar com amigos e caminha até a mesa das turistas americanas Vicky e Cristina. Diante delas, dispara sua proposta objetiva e acima de tudo surpreendente, por ser à primeira vista — Juan Antonio não as conhecia. Sua impulsividade se justifica. No filme, que estréia neste mês no Brasil, Cristina é Scarlett Johansson, diante de quem a junção das palavras "loira" e "fatal" nunca soa como mero clichê. Vicky é a atriz britânica Rebecca Hall, dona de uma sensualidade tão intensa quanto Scarlett, porém contida — e portanto perversa. É ela quem, nada simpática, pergunta, com ironia cortante: "Quem vai fazer amor?". Juan Antonio responde no tom misterioso e insinuante que caracteriza o premiado ator espanhol Javier Bardem. Neste momento sabe-se que algo vai acontecer entre o pintor e as duas turistas. Só não se sabe que vai ser tanta coisa, e com tanta intensidade, num jogo de reviravoltas tão intrincado que é impossível desviar o olho da tela.
Se fosse música clássica, Vicky Cristina Barcelona seria uma ópera de Mozart, com seus duetos, trios e quartetos que mais escondem do que revelam as verdadeiras intenções dos personagens. Se fosse rock, seria Rolling Stones: o refrão de Satisfaction — "Eu não consigo ter prazer, mas tento, tento e tento" — poderia ser o mote dos protagonistas do filme. Mas Vicky Cristina Barcelona não é ópera nem rock ­— é cinema, e desde já um dos grandes filmes do segundo auge de Woody Allen.
O diretor americano é um dos poucos a ter dois momentos de pico na carreira. O primeiro foi a virada dos anos 70 para os 80, quando criou, quase que em seqüência, seu tríptico de obras-primas: Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977), Manhattan (1978) e Hannah e Suas Irmãs (1986). O segundo ocorre a partir do maior sucesso de público e crítica da carreira do cineasta, Match Point (2005), o melhor filme de Woody na opinião dele próprio. O qual, de certa forma, marca o início de outro trio de grandes filmes, junto com o esplêndido e subestimado O Sonho de Cassandra (2007) e, agora, Vicky Cristina Barcelona.
Chega ao Brasil também neste mês um livro que merece ser lido logo antes ou logo depois de assistir a Vicky Cristina Barcelona: Conversas com Woody Allen, do jornalista americano Eric Lax. No gênero entrevistas com cineastas, o volume tem pelo menos dois antecessores de peso: o livro em que François Truffaut conversa com Alfred Hitch­cock, com o intuito de aprender os segredos daquele que escolheu para mestre; e a obra em que Peter Bogdanovich debate com Orson Welles. Truffaut/Hitchcock e Welles/Bogdanovich são diálogos de cineasta com cineas­ta, valem por isso, mas se ressentem de perguntas mais esclarecedoras. Conversas com Woody Allen, ao contrário, é calcado na habilidade de um entrevistador profissional, Lax, que é também biógrafo de Woody.
O livro é resutado do esforço jornalístico de uma vida inteira. Ele se compõe dos melhores momentos de dezenas de entrevistas que Lax fez com Woody ao longo de nada menos do que 36 anos — já que a primeira sessão data de 1971 e o livro foi lançado nos Estados Unidos no ano passado. Em tom de brincadeira, Lax costuma dizer que é a mais longa entrevista ainda em curso nos Estados Unidos. A edição é primorosa. Ela leva o leitor a acompanhar detalhamente a evolução do pensamento do cineasta. Conversas com Woody Allen possibilita, assim, a rara oportunidade de mergulhar na mente de um artista.É sabido que Woody Allen tem como maior ídolo o cineasta sueco Ingmar Bergman, que gostava de dizer que seus filmes eram fruto de motivações inconscientes, e o resultado final era, em certa medida, obra do acaso.
A julgar por Conversas com Woody Allen, o diretor americano é o oposto de seu ídolo. As entrevistas mostram como seu processo criativo é uma construção consciente, baseada na identificação e resolução de problemas concretos. Vicky Cristina Barcelona é uma espécie de súmula do estilo de Woody, no sentido em que apresenta, magistralmente resolvidos, todos os problemas que o cineasta colocou a si próprio ao longo da carreira. Por isso, ler o livro e assistir ao filme em seguida — ou vice-versa — é uma experiência tão instigante.
Vicky Cristina Barcelona tem personagens movidos primordialmente por angústias interiores. São artistas e intelectuais que, embora inteligentes e sofisticados, têm dificuldades de lidar com as próprias emoções. Suas trajetórias são amarradas num enredo de matriz literária — no caso, os universos de Jane Austen e Henry James. Angústias interiores, personagens sofisticados, inspiração na literatura — Conversas com Woody Allen mostra como­ o ­cineasta fez desse tripé a base de seu estilo.
A matéria completa você vai encontrar no site da revista Bravo ou no endereço: http://bravonline.abril.uol.com.br/conteudo/cinema/cinemamateria_398064.shtml
fonte: revista Bravo

Mercado Municipal de Aracaju - Sergipe

A beleza do Mercado Municipal de Aracaju Thales Ferraz.

Eu na TV

Summertime

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Janis Joplin dispensa apresentações. E essa canção merece apenas ser sentida com a força da interpretação de Janis.

Joy Division

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Joy Division foi mais uma banda inglesa que se destacou por dois motivos. O excelente som que fazia e pela pessoa enigmática e confusa e transtornada e talentosa que foi Yan Curtis, vocalista e meio que um ser oriundo de outro planeta. Yan era overdose pura no palco. Na vida pessoal era atormentado pela sua própria existência. Morreu aos 24 anos enforcando-se na cozinha de sua casa. Deixou seu legado musical e sua marca para os amantes da era Joy Division.

No mercado extistem dois filmes sobre a banda. Um se chama Joy Division que é um documentáro e o outro é um filme sobre a vida de yan que se chama, No Control. Assistam os dois e escutem o som.

Hot Chip

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Uma banda ímpar. Hot Chip se destaca para mim pela forma íntima que seu som consegue me chamar a atenção. As batidas, a mistura de sons que se fundem e formam o que ouvimos. O Hot Chip só podia ser inglês, e com a influência do característico ruido londrino, onde dance-punk e eletropop se combinam e forma essa excelente banda. Escutem e saiam dançando.

Christina Aguilera - Hurt

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Esse clip é uma verdadeira obra bem produzida e carregada de emoção. As imagens são lindas e a música é um lamento que vale a pena escutar. A letra é carregada de emoção e fala da saudade e do arrependimento. De coisas que deveriamos fazer e dizer e muitas vezes esquecemos e quando percebemos já é tarde demais. Mas a canção e o roteiro vale algumas lágrimas.

Emy - Valerie Live

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Continuação do estúdio. Percebam a naturalidade dela cantando. Seus gestos e expressões. Ela canta como se estivesse se espregiçando. Um pássaro...

Amy

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Emy em estúdio. Uma gravação super informal. Nessas imagens percebemos o quanto ela é uma artista pronta que apesar de todos os desgastes a sua voz é impecável. E o talento indiscutível.