quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ato de um Registro

Ato de um registro


- Uma foto no porta retrato - do - seu - tão... querido amado...
- Perdido, amaciado pelo desejo do que viu no outro...
- Ato perdido...
- Insatisfeito,
- Desejo não compreendido.
- Eu calo, por agora eu grito sufocado.
- Lá do fundo eu sinto - eu chego - eu vejo,
- Você chegar - com saltos altos não está...
- De pé, não parece sair...
- Deitada espero você passar e dizer...
- Olá,,, sou eu... Olá podia ser outra pessoa... Olá...
- Um silêncio cala seu coração...
- eu insisto em dizer...
- Acorde...
- Eu te amo...
- Ainda ouço você bater...
- Chegue e se for fique mudo...
- Prefiro o silêncio...
- De quem ainda vai chegar...
- Presente!

Falsa modéstia

Ai... que desejo...
da líbido alheia,
da vontade contesnarda,
do soluço interrompido,
do orgasmo provocado,
da sensação de dever cumprido...
Ai, que olhar malicioso é esse que me arrepia a intenção,
E me faz agir assim... sem remorso, sem erros, sem atrasos,...
Com gozo da vontade de querer mais,
Você quer mais?
Venha, deite, estenda seu corpo e sinta,...
Feche os olhos e sonhe...
Sonhe...
Isso pode ser real.

Eu sei

Eu sei do encontro do passo com o descompasso,
Eu sei da vontade que tarda, mas não falha,
Eu sei do olhar que se perde,
E se encontra no acaso,
Eu sei da vontade dos lábios machucados,
Eu sei que tudo isso é sabido...
Eu sei que você pode não estar,
aqui, nesse momento,
E que amanhã você pode aparecer com um adeus de lambrança,
Eu sei que tudo não passa desaudade,
Eu sei que a janela pode abrir e me restar apenas o cheiro...
Eu sei.

Ufa

Sentimento que nos aniquila,
Vontade tardia,
Suspiro ancioso,
Coragem despojada,
Uma pausa pra solidão é necessária.

Um novo... O novo...

...

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O Tempo da Estiagem

A vontade que doi,
O calo que se rompe,
A mão que agarra,
A saliva  que tem sede,
Os lábios que não se encontram...

Ó desejo do vapor,
Ó suspiro da fumaça,
Ò desgraça da falta...
Ó o ridículo da vergonha...

Sede...
Tenho sede...
Uma  palavra... por se só
Um lamento... apenas uma vez...
O desgosto...

Não vale...

É tempo de estiagem...

Muito tempo sem garras

Calo a tua boca em um tom,
Disparo sobre vc apenas um suspiro,
E a cada gota de desejo que sobra,
Derramo em vc o meu amor...

Não te sobra nada,
Perdida, sobrada, cuspida, derramada...

as lágrimas compensam,
a dor,
permanece,
feliz,
teu sorriso,
supri,
necessário,
entristece,
meu coração...

se eu te agarro... eu nao
prefiro o lamento do azul...
sem,
sem,
sem,
tocar teu blues...

Eu retornei

Voltarei, voltarás, voltaremos...
esse espaço é único,
meu, só meu e seu...
quando o anjo quebra a asa...
voaremos juntos

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Salte...

Falar de retorno as vezes parece complicado.
Falar de tudo que aconteceu antes dessas primeiras palavras parece ter sabor de alívio.
Alívio... me reconforte em meio a ausência. Salte sem medo.

Retorno após caminhos diversos

Reconquistei o direito de escrever em meu blog... Vamos lá!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A arte de Canché - Memória do Tempo

Amigos,
Eis a arte do meu documentário Canché - Memória do tempo.
Espero que gostem e vejam o filme.
Bjus,
Salmeron. Fábio

sábado, 28 de novembro de 2009

We Can Work It Out

Cinema para mim não é metáfora. É a tradução das diversas formas de se retratar o real. E esse real está em todos os lugares... por mais absurdo que possa parecer. Ele está alí. Nas casas, no inconsciente de cada um. São verdades que ganham uma nova roupagem sob as luzes dos projetores. E por mais que exageradas... estão aqui. Ao seu lado. O cinema, mesmo que de ficção está aí. Olhe e se projete nele. Com certeza você vai perceber que está inserido dentro dele. E ele de alguma forma lhe traduz.
Para mim não vale lamentação. Para mim isso não existe. Lamentação é recorrer ao absurdo do fracasso explicado. Não há explicação. A lamentação é esse absurdo em justificar o ato falho. Então, eu, não lamento. Sigo.
Um amor se esvai na lembrança. As vezes desejo que ela retorne. Não a lembrança. Mas o amor.
Beber as vezes é como confrontar Deus. Mas eu bebo... e o confronto. Sóbrio...
Encontrar no outro o inesperado é soberbo. Despertar no outro o outro... é sóbrio e degustante.
As vezes a culpa me condena. As vezes me condeno pela culpa. Eu choro sabia? Mas... sei que tenho que continuar. A culpa é danada em nos fazer parecer culpados sempre. Que chato andar sempre com uma culpa oculta ao nosso lado. Quando menos esperamos... Ela está lá... Espreitando nosso juizo... condenando nossa lucidez. É culpa da danada da culpa. Sabia?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Muito bom tudo isso, Aguardem meus próximos vídeos. Sorria...

T*rans é destaque no site da Caixa Cultural

CAIXA APRESENTA 14ª MOSTRA INTERNACIONAL DO FILME ETNOGRÁFICO NO RIO Evento terá mais de 100 filmes e promoverá oficinas, debates e fóruns na CAIXA Cultural, Espaço Museu da República e Arte SESC A Mostra Internacional do Filme Etnográfico chega à sua 14ª edição e acontece de 26 de novembro a 4 de dezembro, com exibições gratuitas na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Espaço Museu da República e Arte Sesc Flamengo. O evento é reconhecido como um dos mais importantes focos de formação e informação do público e de difusão e produção desse gênero de cinema. A abertura será dia 26 de novembro, às 18h30, no Arte SESC, com a exibição de “Mosso Mosso – Jean Rouch comme si...” (França, 1998), de Jean-Andre Fieschi. Na ocasião também haverá o lançamento do 2º Etnodoc, edital que contemplará com financiamento projetos de documentários de até 26 minutos, pela Associação de Amigos do Museu de Folclore (mais detalhes no http://www.etnodoc.org.br/). “A proposta da Mostra de fazer uma conexão singular entre o mundo acadêmico da imagem, de pesquisas e reflexões e o circuito cinematográfico mais amplo mantém-se como mote do festival. Queremos exibir filmes, mas também continuar oferecendo alternativas no campo da formação e do debate”, diz Patricia Monte-Mór, curadora da Mostra, que tem a coordenação do cineasta José Inácio Parente. Foram avaliados mais de 300 filmes inscritos para se chegar à seleção final de filmes e vídeos, que irão revelar como anda a produção de 21 países. A Mostra se destaca no cenário de festivais voltados aos documentários. Além de gratuita, valoriza não só a exibição dos filmes como também o debate e a conexão com trabalhos e pesquisas na área. As alternativas são as oficinas, fóruns e mesas-redondas do Fórum de Cinema e Antropologia e do Projeto Educativo Etnocine. Filmes e programas especiais A riqueza de temas e nacionalidades sempre marcou a Mostra do Filme Etnográfico que, nesta edição, apresentará filmes de Senegal, Irã, Romênia, Argentina, Portugal, Índia entre outros países. A documentarista indiana Saba Dewan, que estará no Brasil durante o evento, apresenta seu “Naach, The dance”, sobre jovens dançarinas que fazem espetáculos para homens – palco e plateia ficam separados por uma cerca de arame farpado – na zona rural de Bihar. Ela é diretora também de “The other song” e “Delhi-Mumbai-Delhi”. Haverá um programa especial da Argentina com quatro vídeos chamado “Documentar(nos)”. O antropólogo Marcelo Alvarez, do Instituto de Antropología e Pensamiento Latinoamericano de Buenos Aires, apresentará a sessão. Panorama nacional De produções brasileiras, a Mostra apresentará 50 produções, entre curtas, médias e longas. São filmes de todas as regiões do Brasil, muitos resultantes de oficinas audiovisuais; realizações de cineastas indígenas e vários antropólogos como diretores de seus filmes. Entre os inéditos, serão exibidos “Trans”, de Fabio Salmeron, sobre travestis e transsexuais baianos; “Alegriatristezaalegria”, de Beatriz Paiva, com moradores do Morro dos Macacos; “Dr. Raiz - etno videoclip”, de Marco Antonio Gonçalves, antropólogo, professor de antropologia do IFCS/UFRJ e autor do livro "O real imaginado: etnografia, cinema e surrealismo em Jean Rouch". Com temas recorrentes na Mostra - comunidades indígenas e quilombos – tem ”Bracuí – Velhas lutas, jovens histórias”, de Paulo Carrano, e “Pio Hoimanazé – A mulher Xavante em sua arte”, de Cristina Floria, além de “Sangradouro”, também inédito, de Divino Tsereuahú, Amandine Goisbault e Tiago Torres (Vídeo nas Aldeias)”. Atividades No Fórum de Cinema e Antropologia – que acontecerá na CAIXA Cultural – há a previsão de uma mesa de debates ”Documentário x filme etnográfico” e uma conversa sobre etnografia e TV, tendo como foco a novela Caminho das Índias. O Projeto educativo Etnocine será realizado pela manhã na CAIXA Cultural com escolas da rede pública, em continuidade à itinerância da Mostra que ocorreu nos meses de setembro e outubro, como prévia do festival. O workshop oferecido pela Mostra será dirigido por Vincent Carelli, o coordenador do “Vídeo nas Aldeias”, projeto sediado em Olinda, Pernambuco. Ele ganhou cinco Kikitos em Gramado com “Corumbiara” (que está na programação) e vai oferecer uma oficina sobre a metodologia do Vídeo nas Aldeias. A entrada é franca, mediante inscrição prévia para seleção pelo site http://www.mostraetnografica.com.br/, onde também pode ser consultada a programação da Mostra. SERVIÇO: 14ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico – Mostra de documentários. Locais: Caixa Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2 (Av. Almirante Barroso, 25, Centro. Metrô: Estação Carioca) Museu da República (Rua do Catete, 153, Catete); Arte SESC (Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo). Abertura: Dia 26 de novembro, às 18h30, no Arte SESC. Datas: De 26 de novembro a 4 de dezembro de 2009. Entrada franca. Classificação: Consultar programação Site do evento: http://www.mostraetnografica.com.br/ Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro Tel.: (21) 2202 3096 // (21) 2202 3086 E-mail: cultura.rj@caixa.gov.br www.caixa.gov.br/caixacultural 17/11/2009Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federalwww.caixa.gov.br Notícias da CAIXA por e-mail. Cadastre-se aqui.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Siga na estrada

"Nova postagem." A vida da gente é feita assim... de novas postagens. A cada dia um fato novo. Uma novidade. Uma nova postagem. Parece frio não? Me sinto como algo que deve ser elaborado cuidadosamente e sair novinho em folha. Mas não é assim não. Uma nova postagem é uma nova sensação que nos toma por inteiro. E que agora dividimos infinitamente. O antigo diário guardado com cadeado se foi. E eu agradeço sabia? Nossas histórias devem ser divididas. E eu adoro dividi-las. rs... Olhe a estrada e siga. Isso! Sem medo. Siga mesmo e sem olhar para trás. Siga porra!!!

Lista de Selecionados

SELEÇÃO OFICIAL 14a MOSTRA 200913 de novembro de 2009 Anunciamos a SELEÇÃO OFICIAL. Lamentamos o atraso. Pedimos que entrem em contato urgente para envio de FOTOS, BIOFILMOGRAFIA (80 toques) e CÓPIA DE EXIBIÇÃO: pro.interior@terra.com.br SELEÇÃO OFICIAL 14ª MOSTRA INTERNACIONAL DO FILME ETNOGRÁFICO 2009 55 nacionais: A ARQUITETURA DO CORPO, de Marcos Pimentel A BATIDA DA LUA NOVA, de Riccardo Migliore A CAMBINDA DO CUMBE, de Lucas Barreto A PRIMEIRA LIÇÃO, de Gabriel Alves, Gisele Costa e Vinicius Bock A ROTA DO PESCADO, de Beto Novaes e Cleisson Vidal A VOZ DOS QUILOMBOS, de Lelette Coutto ALEGRIATRISTEZALEGRIA, de Beatriz Paiva APTO 608 COUTINHO DOC., de Beth Formaggini AVÓS: SAUDADES DO QUE NÃO VIVI, de André Paz BALSA BOIEIRA, de Chico Carneiro BATATINHA – POETA DO SAMBA, de Marcelo Rabelo BRACUÍ-VELHAS LUTAS JOVENS HISTÓRIAS, de Paulo Carrano CADA TERRA SEU USO, CADA RODA TEM SEU FUSO, de Neto Borges CAMINHOS DE PEDRA, de Pedro Zimmermann CANOA CAIÇARA, de Luiz Bargamann Netto CARRO DE BOI, de Rudá Andrade CIDADE DOS MASCARADOS, de Emanuela Yglesias CINEMA DE QUEBRADA, de Rose Satiko Gitirana Hikiji CONVERSANDO COM O RIO, de Luciano Santos Dayrell CORUMBIARA, de Vincent Carelli DAMAS, de Mariana Mattos e Luisa Moraes DEPOIS ROLA O MOCOTÓ, de Debora Herszenhut e Jefferson Oliveira (Don) DR. RAIZ: ETNOVIDEOCLIP (CARIRI/LAPA), de Marco Antonio Gonçalves ENCONTRO COM A ANTROPOLOGIA DE PETER FRY, de Helena Bomeny e João Gustavo Monteiro de Barros ESCUTA, GAJON, de Alice Lanari e Dalcivan Alves da Silva ETIENNE SAMAIN, DE UM CAMINHO A OUTRO, de Clarice Peixoto FÁBRICA DE PAPEL, de Abelardo de Carvalho GISÈLE OMINDAREWA, de Clarice Peixoto GUILHERME DE BRITO, de André Sampaio HOMENS, MÁQUINAS E DEUSES, de Eduardo Duwe IBIRI TUA BOCA FALA POR NÓS, de Nilma Teixeira Accioli JOSÉ BEZERRA, AULAZINHA COM MADEIRA, de Malu Viana Batista JUÍZES DE PAZ, de Paulo Augusto Franco MUITO PRAZER, WALTER FIRMO, de Vicente Duque Estrada e Zeka Araújo NAS RODAS DO CHORO, de Milena Sá NEGROS, de Mônica Simões NIWATHIMA, de Eliana Granado O BAQUE DA ZABUMBA CENTENÁRIA CONTRA O TIC-TAC DO TEMPO, de Genaldo Barros O GLORIOSO – SÃO SEBASTIÃO DE CACHOEIRA DO ARARI, de Gavin Andrews OS OLHOS D’ÁGUA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO, de Pedro de Castro Guimarães OUTDOOR DREAMS, de Mariana Fagundes Azevedo OUTRA CIDADE, de Coraci Ruiz OUTRAS MARGENS, de Felipe Scapino PIÕ HOIMANAZÉ - A MULHER XAVANTE EM SUA ARTE, de Cristina Flória PRÉ-SOCRÁTICOS X ÍNDIGENAS, de Jorge Bodanzky PROMESSA PANKARARU, de Marcos Alexandre dos Santos Albuquerque e Maria das Dores Conceição Pereira ROCK EM WONDERLAND, de Bruno Kemp SANGRADOURO, Divino Tserewahú, Amandine Goisbault, Tiago Campos Torres SUBPAPÉIS, de Luiz Eduardo Jorge TAINÁ-KAN, A GRANDE ESTRÊLA, de Adriana Figueiredo TEBEI, de Gustavo Vilar, Hamilton Costa Filho, Paloma Granjeiro e Pedro Rampazzo TIAS BAIANAS PAULISTAS, de Eduardo Piagge, Gustavo Mello e Luiz Ferraz TRANS, de Fabio Salmeron UM LUGAR AO SOL, de Gabriel Mascaro XUKURU ORORUBÁ, de Marcilia Barros
Queridos amigos, Eu sei que há torcida. E sei que cada um, de onde estiverem, são fortes o suficiente para lançar vibrações positivas a cada email meu que recebem, relatando as minhas andanças e experiências com o audiovisual, seja ele com documentários ou com vídeos de ficção. Mais uma vez volto a atrailos à atenção sobre algo que produzí, e que agora, surte efeito dentro do que venho buscando para minhas produções com cinema. O primeiro documentário que produzí, T*rans, foi selecioado para uma das mais importantes Mostras de cinema documentário nacional e internacional que ocorre aqui no nosso país tropical. É a 14 Mostra Internacional do Filme Etnográfico. Um significativo evento que discute as produções nacionais e internacionais dentro da ótica etnográfica. Meu filme foi selecionado entre mais de 300 inscritos de todo o Brasil. Ele está entre os 55 selecionados e irá participar de 26 de novembro a 04 de dezembro na cidade do Rio de janeiro da mostra dessa importante exibição documental. Muitos irão conhecê-lo. Viva. Obrigado. Meus sonhos estão sendo atendidos um a um. E o cinema que parecia distante, agora se mostra cada vez mais e mais, fazendo parte da minha vida. Acessem o site da mostra e vibrem junto comigo. http://www.mostraetnografica.com.br/ Beijos, Fábio Salmeron

domingo, 25 de outubro de 2009

Canché - Memória do Tempo

Personas,
Finalizei mais um documentário. Ufá!
O Doc ficou do jeito que imaginei. Claro que muitas coisas me surpreenderam ao longo do processo de decupagem, montagem e edição final. Mas o resultado ficou justo aos senhores e senhoras que gentilmente cederam as suas histórias, suas lembranças, resgatando no tempo fatos da vida de cada um.
O amor pela terra querida está implícito na tela. Em cada cena. Em diversos momentos do documentário que tem 26 minutos. Era justamente o que eu desejava. Mostrar o amor de pessoas esquecidas, em um lugar idém e que mesmo assim declaram a verdadeira emoção em estar e ou permanecer na terra que serviu de história para suas vidas.
"Canché - memória do Tempo", fala disso. Justamente disso. De que para sermos felizes nos basta apenas a certeza de estarmos onde desejamos estar e que mesmo assim, as raizes permanecem vivas, mesmo que esse lugar seja algo chamado Canché, nome indígena que significa passagem, um distrito perdido no tempo e que esqueceram de figurá-lo no mapa.
Agora vocês conhecem Canché.
rs...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

"A Morte" passou para a mostra

Amigos,
A morte passou a perna em vários concorrentes e garantiu uma vaga entre os 50 selecionados, em meio a 242 inscritos de todo o país. Estamos no Festival do 5 Minutos. Concorrendo. Isso é muito bacana.
Mas para mim, pessoalmente, já é uma vitória. Estar na Mostra revela que fizemos algo no nível do Festival. Poder ser exibido em uma tela grande e várias pessoas assistindo é uma satisfação sem limites. Ainda mais diante de toda a história desse curta. Feito exclusivamente em 2 dias, com uma câmera MiniDv e gastando 30 reais.
Conseguimos um resultado artístico e ousado. Agradeço aos amigos Adriana Cohim, Dimitri Sarmento e Riad Awad por toparem o convite para interpretarem os personagens. Eles particularmente arrasaram!
"A Morte me Passou a Perna" é instigante, inovador, avassalador e reflexivo. Artístico e experimental.
Se programem para assistirem na mostra e votem nele. O voto do público é fundamental.
Em breve divulgo mais novidades cinematográficas.
Beijos,
Fábio Salmeron